Minha sorte
No mundo afora, te encontrei...
Um universo desprovido de cores, flores,
sem meios, sem soma e sem saída.
Não sei o porquê de tanta sorte. Tamanha
felicidade, sina, aragem.
Que ventura a minha! Uma fortuna!
Eu, uma criança perdida, com o olhar voltado
para o além, ansioso e sem vontade de viver,
a conheci, admirei e admiti: a formosa,
minha linda e eterna fina-flor.
Oh! Êxito favorável e surpreendente.
Ao deparar-me com você, em nossos abraços,
trouxe-me consolo, alívio e esperança.
A inspiração para viver uma nova vida, uma criação
inédita, uma visão renovada...
Nas estradas que hão de vir, com o coração a palpitar, iremos juntos, com os olhares ativos.
Seremos fortes, com o sorriso esplêndido
e a expressão radiante; passaremos a alcançar e,
dessa maneira, chegaremos a triunfar.
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Alfredo José Pinto de Oliveira Júnior
Enviado por Alfredo José Pinto de Oliveira Júnior em 22/04/2008
Alterado em 16/03/2026